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sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

FRANCESCON E A IGREJA ITALIANA


FRANCESCON E A IGREJA ITALIANA DE CHIGAGO


No final de 1800, na Itália, houve uma forte onda de imigração para os Estados Unidos e América do Sul. Entre estes imigrantes foram também muitos evangélicos, e frequentemente grupos inteiros, e até igrejas inteiras, que se transferiam e davam vida , através do trabalho de evangelização, para comunidades que cresceram consideravelmente. Na verdade, entre 1901 e 1921, nos Estados Unidos, já havia cerca de cem comunidades italianas evangélicas.



Louis Francescon, que nasceu em Nova Cavasso (Udine), em 1866, imigrou para a América em 1890, estabelecendo-se em Chicago.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

TEMPLO X IGREJA


TEMPLO - 1

TEMPLO x IGREJA

A palavra templo tem sido usada desde tempos remotos pela ICAR e outras igrejas da reforma, para designar seus locais de culto. No Brasil, os evangélicos sempre usavam a palavra igreja para o local de culto, mas de uns anos pra cá, passaram a usar a palavra templo. Junto a isso passaram a se construir igrejas cada vez maiores e exóticas. Parece que é pouco, chamar de igreja a um prédio grande e luxuoso, com suas colunas imensas, arcos que se multiplicam, mármores e granitos belíssimos. Templo parece refletir a grandeza que a arquitetura procura transmitir.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

666 COROA DO PAPA: FRAUDE


666 NA COROA PAPAL: FRAUDE?

Acredito que poucas pessoas, católicos e evangélicos, não tenham ouvido algum dia dizer que o papa tem uma coroa com a inscrição: VICARIUS FILLI DEI, que traduzido em algarismos romanos daria o número 666, o número da besta do apocalipse. (Apoc 13:16-18).

Esta tese encontra-se disseminada pelos meios evangélicos há mais de um século, mas foi através dos escritos de Urias Smith que ganhou força. Este líder adventista publicou em 1897 o livro Daniel e o Apocalipse, e nele desenvolve a teoria e cita duas testemunhas que viram a coroa papal com as inscrições. Uma disse que viu numa missa e a outra, no Museu. Ambas as declarações são colocadas em dúvida, pois a tiara com três coroas só era usada em coroações do papa.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

O TEMPO DAS REFORMAS NO CRISTIANISMO

O TEMPO DAS REFORMAS NO CRISTIANISMO

As reformas, (e podemos entender este termo como o movimento iniciado no século XVI como contestação à autoridade do papa de Roma e em certas modificações da doutrina católica) tiveram antecedentes que as tornaram possíveis ou facilitaram a adesão das pessoas às novas doutrinas.

Antes das reformas, bem como durante e algum tempo depois a Igreja passava por períodos de crise, para os quais contribuiu o desprestigio do papado, resultado das lutas entre o poder temporal e o poder espiritual.

ESTATUTO CCB 1995


Estatuto CCB de 1995 em pdf para download.


Clique no link para baixar.

ESTATUTO CCB 1995




sexta-feira, 17 de julho de 2009

CCB - VILA PRUDENTE - SP


Após passar por uma longa reforma, a CCB de Vila Prudente, São Paulo capital, foi re-aberta em junho.

Ela foi fechada para reforma em outubro de 2006.
Muita coisa mudou: piso, bancos, inclinação interna, banheiros,
janelas, lustres, galeria, ar condicionado...

A fachada também mudou, com novos portões e instalação do elevador
para deficientes.



Abaixo, um pequeno histórico da igreja no bairro, extraído do livro
"História de Vila Prudente", de Mário Ronco.


Em 1913 Louis Francescon veio com Felipe Pavan para Vila Prudente.
Instalaram-se no casarão conhecido como "Fortaleza", onde morava um dos irmãos Falchi - tradicional família do bairro.

A população local começou a conhecer a congregação como "os evangelistas", e as duas primeiras famílias do bairro que se converteram foram a de Luiz Pedroso, primeiro ancião da V.Prudente e a famíla de Miguel Sant'Anna, com seus filhos e amigos íntimos, como Candinho Rinco, Angelim, Olynto Rinco, Antonio João, José e Alexandre Rinco.

Muitos outros membros da fampilia Pedroso também faziam parte do núcleo dos "evangelistas". Com o passar do tempo,o grupo foi aumentando e outras famílias o integravam de corpo e alma: João Geraldo, Sílvio Sboarini, Joaquim Benith, Francisco Batista, família Codonho, família Modena, familia Santoro, família Gonçalves, e ainda as mais antigas frequentadoras, Itália Cazelato e Carolina Cazelato.

Em 28 de agosto de 1920, diante das responsabilidades que seus membros deveriam assumir com a aquisição de propriedade para construção de templos, aquele núcleo passou a adotar o nome de Congregação Cristã do Brasil.

Em 1925, para dar lugar a uma escola (Colégio José de Anchieta), que seria construído naquele prédio, a Congregação mudou-se para a casa de Sílvio Sboarini, que se localizava na Rua Dante Alighieri. Em seguida, teve início a construção do novo templo na esquina das ruas Américo Vespucci e Rua Dante Alighieri.

Como o bairro conhecia o grupo como "evangelistas", após terem se mudado para o templo construído, a população começou a chamar aquele local como "morro dos evangelistas".

Dado o enorme afluxo e conversões à igreja, foi decidido construir um grande templo, que aconteceu em outubro de 1936, onde se situa até os dias de hoje, na Rua Chamantá, 970.

O Bairro da Vila Prudente foi fundado em 04/10/1890.

Abaixo, os irmãos que já foram ordenados para o ministério de ancião,
na V.Prudente:


1- Luiz Pedroso - 1917, ordenado por Louis Francescon
2- Candido Rinco - 15/11/1931, ordenado por Louis Francescon
3- João Claro - 1935, ordenado por Louis Francescon
4- Elias de Camillis - 04/04/1953, ordenado por João Finotti
5- Pedro Miranda - 11/04/1964, ordenado por João Finotti
6- Nelson Cavichioli - 11-07-1978, ordenado por Miguel Spina
7- Nelson Codogno Santiago - 06-04-1985, ordenado por Miguel Spina

Os irmãos que já foram ordenados para o ministério de diácono, na V.Prudente:


1- Joaquim Lorite Morales - 20/04/1958, ordenado por João Finotti
2- Euclides Silva - 11/04/1974, ordenado por Miguel Spina
3- Flávio Salles - 23/12/1978, ordenado por Miguel Spina
4- Roberto Vergílio Grecco - 10/04/1982, ordenado por Miguel Spina
5- Hélio Gomes da Silva - 02/08/1997, ordenado por Elias de Camillis

Fotos antigas e pós-reforma.


Construção em 1913











terça-feira, 30 de junho de 2009

O CLARINETE


Sou clarinetista amador, tendo aprendido a tocá-lo na igreja que freqüento, Congregação Cristã no Brasil (CCB). Quando estudava as primeiras lições do Bona me interessei pelo saxofone. Quando estava terminando, e não tendo condições de comprar o sax, o encarregado perguntou se eu queria ir aprendendo a tocar clarinete, até poder adquirir o sax. Nosso irmão tinha um clarinete guardado e me emprestou para aprender e tocar o tempo que fosse preciso. Amei este instrumento e comprei um clarinete, onde louvo a Deus até hoje.
Faço menção com honras, ao irmão Alcidez (encarregado na época, no Ipiranga, Campinas) e ao saudoso irmão Derci (auxiliar de encarregado, depois encarregado) que foi meu instrutor no clarinete. Irmãos que me ajudaram e suportaram com muito amor.

Mosaico





Clarinete

O clarinete é um instrumento musical de sopro, constituído basicamente de um tubo cilíndrico de madeira ou plástico ABS, com uma boquilha onde é presa uma única palheta, diversas chaves metálicas que abrem ou fecham orifícios ao longo do tubo e uma campana na extremidade, em forma de sino. Quem toca o clarinete é chamado clarinetista.

Possui semelhanças com o oboé, mas difere deste por usar uma única palheta que vibra para produzir o som, enquanto o oboé usa palheta dupla. Seu tubo é cilíndrico, no oboé é cônico, e a campana em forma de sino é maior. Enquanto o som do oboé é rascante, o do clarinete é aveludado, encorpado.

Zézinho Pitoco fala sobre o clarinete:




HISTÓRIA CHALUMEAU

Não tem como falar da origem do clarinete sem citar este instrumento antigo, chamado Chalumeau. O chalumeau foi utilizado para música folclórica desde a idade média, e tem sua origem no oriente. Consiste basicamente num tubo de cerca de 20 cm com nove furos e um bocal com palheta simples, o que já lhe dava um som parecido com o do clarinete.

Havia quatro membros na família, soprano, alto, tenor e baixo. O chalumeau continuou a se desenvolver paralelo ao clarinete, durante várias décadas e tem um grande repertório do século 18 na orquestra e música de câmara.

Posteriormente com a evolução das chaves no clarinete, isso permitiu melhor entoação de toda a gama de sons, contribuindo para sua popularidade em toda a Europa, e para o desaparecimento do Chalumeau, por volta de 1780.

Embora apenas oito chalumeau originais tenham sido conservados, modernos artesãos estão conseguindo produzir réplicas baseadas nestes instrumentos.

Chalumeau antigo




Chalumeau - réplica atual





Ouça o som de chalumeau:




CLARINETE, INVENÇÃO E DESENVOLVIMENTO


O nome bem conhecido como o inventor do clarinete é Johann Christoph Denner (1655-1707) com a ajuda de seu filho, Jacob, de Nuremberg, Alemanha. Denner era um conhecido e habilidoso construtor de instrumentos de sopro.

Não existe prova documentada que ele sozinho o inventou e deve ser mencionado ainda que (com excepção de um único instrumento em Berkley cuja atribuição é muito contestada), não há qualquer clarinete sobrevivente feito por JC Denner, apenas chalumeau.

Historiadores atribuíam o ano da criação do clarinete a 1690, mas descobertas de documentos mais recentes deslocam esta data para próximo ao ano de 1700.

Imagem: clarinete antigo



CONSTRUÇÃO

Clarinetes podem ser construído de uma variedade de materiais, incluindo vários tipos de madeira, plástico, marfim, e mesmo metal. Madeiras africanas são as preferidas pelos clarinetistas profissionais, devido às suas qualidades acústicas e robustez. É utilizado uma madeira chamada granadilla, escura e que é confundida com o ébano. cada vez menos utilizada devido a escassez.

Um problema que enfrentamos com os clarinetes de madeira, porém, é o fato de que elas reagem mal à humidade, o que pode fazer a madeira inchar, e diminuir as propriedades acústicas, mesmo dos mais caros instrumentos.

No intuito de combater esta situação, alguns fabricantes utilizam um material composto de carbono e fabricados a partir de ébano ou grenadila em pó, em vez de madeira. O instrumento resultante, que é mais impermeável à umidade, é significativamente mais pesado. O peso adicional pode afetar a destreza manual do clarinetista, do lado direito, uma vez que o polegar da mão direita é que tem de suportar o peso de todo o instrumento.

Clarinetes de borracha endurecida também tem sido fabricados desde 1860, chamada de ebonite, porque pretendia substituir o ébano. Geralmente as boquilhas de clarinete e sax são feitas deste material.

Clarinetes modernos mais baratos são feitos de resina plástica, tais como o ABS. Estes materiais, às vezes são chamados de resonite. A Selmer é um fabricante que produz ótimos instrumentos nesta linha de material.

Clarinete de metal foram populares no começo do século XX, até os de plástico suplantarem-nos. Metal é no entanto utilizado no corpo de clarinetes contralto e contrabaixo e para o pescoço e campanas de todos os clarinetes maiores.


PARTES DO CLARINETE



O clarinete tem cinco partes, que são: a boquilha, o barrilete, o corpo superior, o corpo inferior e a campana ou campânula.

Boquilha: é a zona do clarinete onde se sopra. Usa-se uma palheta (feita de cana, que vibra com a passagem do ar), produzindo som.

Barrilhete: dá algum tamanho ao clarinete. É usado para a afinação. Quando o clarinete está “alto”, puxa-se o barrilete para cima, mas caso contrário, põe-se o barrilete para baixo.

Corpos -superior e inferior- estes corpos são onde estão localizados os buracos e chaves onde se toca. O som fica diferente à medida que se mudam os dedos de posição, fazendo com que o ar saia por buracos diferentes.

Campana ou campânula: funciona como caixa de ressonância e tem influência nos sons médios e graves.

Chaves: são feitas de uma liga metálica de níquel e bronze e as molas são de aço. As chaves são geralmente revestidas de níquel, ou prata.

Palhetas: sensíveis e delicadas, não há nada que um clarinetista dependa mais do que uma boa palheta para tocar bem. Feitas de uma cana especial, ou de material sintético, é muito importante para o clarinete.

SISTEMA DE CHAVES DO CLARINETE



Até princípio do século 19 não dá para se falar de sistema de chaves. O clarinete foi sendo melhorado progressivamente.

Em 1812, Iwan Muller remodelou o instrumento e elevou o número de chaves para treze. Seu invento melhorava a afinação, qualidade de som e execução musical, mas foi recusado pelos grandes professores na época mas firmou-se como o primeiro modelo de um clarinete moderno.

Outros construtores de instrumentos fizeram pequenas melhorias para o sistema Muller e este modelo foi utilizado em todo o século dezenove.

Figura: clarinete de 13 chaves semelhante ao criado por Muller.

SISTEMA ALBERT

O sistema Albert é um melhoramento do sistema criado por Muller . Eugene Albert,
belga, construtor de instrumentos musicais em Bruxelas em 1842, criou, nas suas palavras, um novo clarinete de 13 chaves. Alegava que tinha um som e afinação melhores do que os sistemas Boehm da época.

O clarinete com sistema Albert tornou-se logo popular, sendo fabricados na França pela Buffet-Crampom e pela Selmer.

É chamado sistema simples por ter menor número de chaves que o sistema Boehm, e por isso é muito utilizado para música folclórica na Europa oriental, porque permite excecuções rápidas. Foi o sistema preferido dos músicos tradicionais do jazz no EUA. Alega-se que o som do clarinete Albert é mais profundo do que os outros sistemas de clarinete.

Imagem: sistema Albert



SISTEMA BOEHM

O método mais comum usado hoje é conhecido como o sistema Boehm, também conhecido como sistema francês.

Theobald Boehm, outro construtor de instrumentos alemão, realmente não criou um sistema de chaves para clarinete. Criou um sistema para flauta, da qual era também compositor.

O sistema Boehm de clarinete foi desenvolvido em 1840 por dois franceses, Hyacinthe Klost e Auguste Buffet. Eles adaptaram a mecânica do clarinete para o novo sistema criado por Boehm, aumentando o conforto em tocar um maior número de chaves do instrumento. Melhorou a qualidade tonal e os saltos entre o registro superior e inferior, que naquela época eram ainda mais acentuados do que são hoje.

Este sistema pouco mudou desde então, possuindo basicamente 17 chaves e 6 aneis.

Imagem: clarinete sistema Bohem completo




SISTEMA OHELER


É o sistema mais comum utilizado na Austria e Alemanha, desenvolvido sobre o clarinete de Muller. Difere muito do sistema Boehm, é mais complexo, exige cruzamento de dedos para tocar, entre outras diferenças. Apesar de melhorias na qualidade de som, a técnica exigida é mais complexa do que o sistema francês.

Imagem: sistema Oheler



Estes sistemas são os principais, havendo outros, que foram desenvolvidos, numa busca constante pela melhoria do clarinete.

Cada um destes sistemas ainda é usado em alguns instrumentos, nomeadamente de valor histórico (Mueller) ou para facilitar principais mudanças em algumas músicas não-ocidentais (Albert). Também no sul dos Estados Unidos, o sistema Albert é ainda utilizado no jazz.

O SOM DO CLARINETE

O som do clarinete obtém-se soprando ar através da boquilha, fazendo vibrar a palheta fixada no bocal. A dureza da palheta e as características físicas do bocal, são fatores que irão contribuir para a qualidade do som produzido. Isto é tecnicamente falando, embocadura. Não basta soprar ar no tubo, é preciso muito treino para saber controlar o ar, a pressão sobre a palheta, a articulação da língua, etc, para poder emitir o som escuro e aveludado característico do instrumento.

Outros fatores relevantes no som do clarinete está ligado à cultura. Formaram-se ao longo do tempo escolas, ou estilos de tocar clarinete, sendo as mais famosas, o estilo alemão e o oriental, ou turco. Os estilos refletem preferências regionais e não significa que um é melhor do que o outro. Enquanto um estilo é fechado, sem vibrato, sombrio, outro é muito alegre, vivaz, carregado de emoção e vibração.

A gama de sons que o clarinete emite é uma das maiores entre os instrumentos de sopro, atingindo mais de quatro oitavas, dependendo da habilidade do clarinetista.
Esta versatilidade do instrumento o torna muito adequado para uma variedade imensa de estilos musicais, desde a música clássica aos choros, serestas e samba. No jazz não pode faltar, com seus solos humorísticos e sarcásticos. Ele tem lugar garantido em bandas, orquestras sinfônicas, conjuntos, etc.

TRANSPOSITOR

O clarinete pertence ao grupo de instrumentos chamados transpositores. Isto é devido a afinação do clarinete, às suas características construtivas.
Ser um instrumento transpositor, significa que as notas musicais para este instrumento, não são as mesmas escritas em tom de concerto, ou seja, aquilo que é escrito para um instrumento não transpositor, como por exemplo, o piano. Para poder tocar junto a outros instrumentos, o clarinetista irá ler uma partitura diferente, de acordo com a afinação do seu clarinete.

Há diversos tipos de clarinete em várias tonalidades, incluindo em Dó, que não é transpositor, sendo que o clarinete em Si bemol é o mais comum e utilizado nas orquestras.

Transposição na CCB

Antigamente esta transposição era feito mentalmente pois só havia um hinário escrito em tom de concerto. Instrumentos de sopro sempre foram ensinados de forma livre nas igrejas. Em locais onde não havia irmãos com conhecimento musical para ensinar transposição, muitas vezes, se aprendia a tocar "transpondo no instrumento". Significa que você não aprendia a escala correta do instrumento, mas uma escala para poder ler a partitura como estava escrita e tocar junto aos demais músicos com instrumento não-transpositor.

Levando em consideração as dificuldades de cada região, era aceito fazer teste para oficialização na orquestra, tocando desta forma. Depois, os irmãos começaram a cobrar o aprendizado correto do instrumento e a transposição na partitura.

Graças à Deus, atualmente na CCB estão sendo disponibilizados hinários com a partitura escrita em outras tonalidades. Quem toca um clarinete ou outro instrumento com afinação em Sib já tem o seu hinário próprio. Não sei dizer quantos tipos de hinários existem, mas houve um grande progresso.

FAMÍLIA CLARINETE

Existem muitos tipos diferentes de clarinetes, alguns dos quais são muito raros, e as nomenclaturas e classificações também tem variações.
Pode-se falar em pelo menos 13 instrumentos construídos em várias tonalidades e tamanhos. Temos clarinetes muito pequenos como o sopranino, de som agudo, e muito grandes como o contra-baixo, de som extremamente graves. É a maior família de instrumentos de sopro.





Dentre da família, destaco dois que são comuns nas orquestras da Congregação Cristã no Brasil, sendo que em alguns lugares tem surgido os membros de sons graves, como clarinete baixo e contra-baixo.

CLARINETE EM SIb

O clarinete em SIb é chamado de clarinete soprano, e é encontrado em bandas, orquestras, pequenos conjuntos, etc. Considerado o representante mais famoso da família e todos os demais, pequenos e grandes, são chamados de clarinetes de harmonia, pois são usados nas orquestras para tocar notas que acompanham as melodias.

CLARINETE EM DÓ

O clarinete em DÓ é alguns centímentros mais curto que o clariente em SIb e o som é um tom mais elevado. Não é transpositor, tocando a partitura como escrita para piano e violino, sendo por isso de aprendizado mais fácil. Pode ser usado em escolas de música como instrumento iniciante para crianças e jovens., mas raramente será visto numa orquestra sinfônica.

Alguns sites até afirmam que não é mais utilizado, porque raramente é visto numa orquestra sinfônica. Nas igrejas CCB é muito utilizado devido a facilidade em aprender.

CLARONE

O instrumento que chamamos de clarone no nosso meio é o clarinete-baixo, mas é comum também nomearmos: clarone alto, contra-clarone e clarone contralto. O clarinete baixo é afinado em SI b, um instrumento transpositor com som muito grave, uma oitava abaixo do tom do clarinete soprano em SI b. bastante pesado, sendo tocado apoiado no pé metálico do próprio instrumento.

Recital com clarone




CLARINETE CONTRA-BAIXO

É afinado em SIb e o som é uma oitava abaixo do som do clarinete baixo, e duas oitavas abaixo do clarinete soprano em SIb. Não é de uso comum em orquestras apesar de haver peças escritas para ele.
Clarinetes contra do tipo reto podem ser de madeira ou metal, ou ambas.
Há um tipo de contra-baixo curvado que é feito todo em metal, e devido ao seu formato é chamado de contra paperclip, porque lembra um clip de papel.

Contra-baixo reto




Contra-baixo curvado ou paperclip



COMO COMPRAR

Comprar um clarinete envolve muitos fatores pessoais, além do quanto dinheiro você tem disponível para gastar.
Não adianta comprar um caro instrumento, e ensaiar/tocar apenas uma hora por semana, em média. O instrumento pode ser bom mas sem treino não terá como produzir um som com qualidade. Com uma boquilha boa e treino, um clarinete barato pode ter uma ótima sonoridade.

Pessoalmente prefiro o instrumento de madeira, e acho que um adulto deve comprá-lo, se possível. Para crianças, é aconselhável adquirir um de plástico, pois elas não têm o mesmo cuidado que um adulto e podem deixar cair, trincando a madeira.
Se for comprar um clarinete, mesmo tendo experiência, deve levar um clarinetista que possa avaliar o instrumento e dar opiniões.

Com a possibilidade atual de se comprar pela net, deverá ter a garantia de devolução ou troca em caso de constatar algum irregularidade. Para isso é muito importante as referências sobre a loja ou vendedor. Quando não se trata de pessoa jurídica sempre o risco é maior.

No caso de instrumento usado, o ideal é que pudesse ser avaliado por alguém que faça reparação. Dentre os itens que merecem atenção estão: madeira ou corpo do clarinete quanto a trincas, chaves, parafusos e fixação, sapatilhas das chaves, estado dos encaixes das partes, etc. A existência de problemas requer reparos e portanto, um bom desconto no preço.

De resto, é aproveitar este maravilhoso instrumento.

CCB Bolívia


Fotos de um culto na Bolívia, numa igreja ainda em construção. Interessante são as irmãs tocando instrumentos.











sábado, 27 de junho de 2009

ESTATUTO CCB DE 1936

CONGREGAÇÃO CHRISTÃ DO BRASIL
SÉDE CENTRAL – RUA ANHAIA 137 – SÃO PAULO ESTATUTOS APPROVADOS EM 4 MARÇO DE 1931 E REFORMADOS EM 25 DE FEVEREIRO DE 1936 EM ASSEMBLÉA GERAL.




CAPITULO 1º

DA CONGREGAÇÃO

Artigo 1º- O Senhor iniciou esta obra no Brasil por um Seu servo, em Junho do anno de 1910, sem denominação alguma, propagando-se, todavia, rapidamente, por intermedio de seus crentes, desde então, chamando por fé, em Nosso Senhor Jesus Christo.

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Histórico da CCB em Tatuí


Este histórico sobre a congregação cristã no Brasil na cidade de Tatuí foi escrito pelo historiador Renato Ferreira de Camargo, que os relatou em forma de artigo no site do jornal O Progresso. O ir. Thiago Carlos da Silva compilou esses artigos e colocou-os na forma atual juntamente com dados bibliográficos do autor.


Clique no link para fazer o download do arquivo em PDF:

CCB TATUÍ HISTÓRICO




CONGREGAÇÃO CRISTÃ - TERRA INDÍGENA LARANJINHA-PR

DA CASA DE REZAS À CONGREGAÇÃO CRISTÃ NO BRASIL: O
PENTECOSTALISMO GUARANI NA TERRA INDÍGENA LARANJINHA/PR

Dissertação apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da Universidade Federal de Santa Catarina, por Valéria Esteves Nascimento Barros.

RESUMO

Este trabalho pretende apreender o sentido da conversão dos Guarani que vivem na
Terra Indígena Laranjinha (no Estado do Paraná) a uma religião pentecostal, analisando o significado e as repercussões dessa nova filiação religiosa no contexto político, econômico e social do grupo. Apresento dois momentos vividos pelos Guarani – um marcado pela participação na casa de rezas, outro na igreja da Congregação Cristã no Brasil, construída na própria Terra Indígena.



Clique no link para fazer o download do arquivo em PDF:

CCB ÍNDIOS NO PARANÁ




IRMANDADE CCB SÃO TOMÉ E PRINCIPE - ÁFRICA


É motivo de nos alegrarmos em ver um pouco da grande obra que Deus está realizando naquele país. Deus abênçoe a toda a irmandade e ajude os irmãos que levam a mensagem do evangelho aos lugares remotos.














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